Menino de 2 anos ficou internado por 10 dias; menina de 3 anos morreu após acidente em clube
Da Redação
Duas crianças morreram em Mato Grosso nesta sexta-feira (1º) após casos de afogamento registrados em Cuiabá e Tangará da Serra. As vítimas tinham 2 e 3 anos, e os episódios ocorreram em contextos distintos.
Em Tangará da Serra, um menino de 2 anos morreu depois de permanecer cerca de 10 dias internado em estado grave. O afogamento ocorreu no dia 21 de abril, em uma piscina residencial.
Na ocasião, ele foi socorrido em parada cardiorrespiratória por uma equipe do Corpo de Bombeiros, que conseguiu reanimá-lo ainda no local. Após o atendimento inicial, passou pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA), pelo Hospital Municipal e foi transferido para uma unidade privada, onde permaneceu internado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Apesar dos esforços das equipes médicas, o quadro evoluiu de forma desfavorável até a confirmação da morte na sexta-feira.
A morte gerou comoção em Tangará da Serra. A Câmara Municipal manifestou pesar e prestou solidariedade à família.
Já em Cuiabá, uma menina de 3 anos morreu após se afogar em um clube no bairro Jardim Fortaleza, também na sexta-feira.
Segundo a Polícia Civil, a criança estava sob os cuidados da companheira da mãe, que havia saído para trabalhar. A responsável levou a menina a um balneário e entrou com ela na parte rasa da piscina.
Em determinado momento, a mulher se afastou para ir ao banheiro. Ao retornar, encontrou a menina sendo socorrida por pessoas que estavam no local.
De acordo com a Polícia Militar, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já havia sido acionado e orientava por telefone a realização de manobras de reanimação. Diante da gravidade do quadro, policiais levaram a vítima até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Pascoal Ramos.
A menina deu entrada em parada cardiorrespiratória. Equipes médicas realizaram manobras de ressuscitação por cerca de 50 minutos, mas a morte foi confirmada às 17h48.
O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que apura as circunstâncias do afogamento.
Embora tenham sido registradas no mesmo dia, as ocorrências não têm relação entre si. Em comum, os casos envolvem crianças pequenas e acidentes em piscinas, em ambientes domésticos e de lazer.
Redação
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