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O Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou nessa segunda-feira, 8 de dezembro de 2025, um programa federal para localizar 216 foragidos considerados de alta periculosidade em todo o país. Mato Grosso contribui com oito nomes para a lista, incluindo uma mulher apontada como liderança do tráfico em Sorriso.
Da Redação
Em uma ofensiva nacional contra o crime organizado, o Governo Federal, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, deu início nessa segunda-feira (08), ao Programa Captura. A iniciativa visa intensificar a busca por criminosos de alta periculosidade e conta com a participação ativa de Mato Grosso, que indicou oito nomes para a lista nacional de 216 procurados.
A estratégia federal tem como objetivo principal fortalecer a atuação das polícias estaduais e federais, facilitando a identificação e a prisão de alvos prioritários que possuem atuação interestadual e forte ligação com organizações criminosas. A medida é um esforço conjunto para desarticular redes criminosas e combater a criminalidade violenta em diversas regiões do Brasil, um desafio latente para a segurança pública mato-grossense.
Os oito foragidos indicados por Mato Grosso, sendo sete homens e uma mulher, são: Brhendow Olliom Bispo Moreira, Gilmar Reis da Silva, Jonas Souza Gonçalves Júnior, Leonardo Dias de Araújo, Pedro César de Jesus, Raffael Amorim de Brito, Tiago Teixeira da Silva e Marítssa Ingridy da Silva Rodrigues.
Marítssa Ingridy da Silva Rodrigues é uma das poucas mulheres na lista nacional e é acusada de ordenar assassinatos relacionados à disputa pelo tráfico de drogas na região de Sorriso. Entre os outros crimes cometidos pelos foragidos incluem-se organização criminosa, furto qualificado e homicídio. Destaque para Raffael Amorim de Brito, acusado de matar o policial militar Odenil Alves Pedroso com um tiro na cabeça, em 2024, em frente a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Cuiabá.
Coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o Programa Captura disponibiliza no site oficial (gov.br/captura) informações integradas sobre os foragidos, permitindo um monitoramento e uma colaboração mais eficientes entre as diversas corporações de segurança.
Cada estado participante pôde indicar até oito criminosos, utilizando uma matriz de risco que avaliou a gravidade dos crimes, os vínculos com facções, o número de mandados de prisão em aberto e a abrangência da atuação em mais de uma região do país.
Segundo o ministro Ricardo Lewandowski, o Programa Captura inaugura um esforço contínuo de busca e prisão. A portaria que regulamenta a iniciativa prevê atualizações semestrais da lista, ou imediatas em casos excepcionais, para acompanhar a dinâmica do cenário criminal e garantir a eficácia das operações.

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