
Com experiência administrativa, atuação destacada no Senado e fidelidade às pautas conservadoras, a ex-prefeita de Sinop se consolida como o principal nome feminino do PL para integrar a disputa estadual de 2026.
por Daniel Trindade
A ex-prefeita de Sinop e senadora suplente Rosana Martinelli (PL-MT) volta ao centro das discussões políticas em Mato Grosso como um dos nomes mais fortes e experientes do cenário estadual. Figura de destaque no Partido Liberal, Rosana consolidou-se ao longo dos anos como símbolo de firmeza, lealdade e resistência política, especialmente dentro do campo conservador, onde construiu uma trajetória marcada pela coerência, pela coragem e pelo compromisso com o desenvolvimento do estado.
Com um histórico de resultados concretos e uma postura firme diante das adversidades, Rosana se tornou a principal liderança feminina do PL em Mato Grosso. Representando o Nortão, uma das regiões mais prósperas e influentes do estado com mais de 700 mil eleitores , ela carrega a voz de quem conhece de perto a força econômica e a importância política dessa parte do Mato Grosso. Sua experiência na administração pública é ampla: foi secretária de Indústria e Comércio, vice-prefeita e prefeita de Sinop, conduzindo uma gestão elogiada pela eficiência, pelo equilíbrio fiscal e pelo incentivo à industrialização e à infraestrutura urbana.
Durante seu mandato como prefeita, Rosana deixou uma marca de planejamento e resultados, transformando Sinop em um modelo de gestão pública moderna, com avanços significativos em educação, saúde e desenvolvimento econômico. Essa trajetória sólida a credencia como uma das principais articuladoras políticas do PL e a liderança feminina mais preparada para compor uma chapa majoritária em 2026, sendo apontada como nome natural para ocupar a vaga de vice-governadora em uma futura aliança partidária.
Em 2024, Rosana assumiu o Senado Federal por 120 dias, período suficiente para mostrar sua capacidade técnica e política. Em Brasília, apresentou projetos de grande impacto nacional, como o PL 3.272/2024, que autoriza o porte de arma para mulheres com medida protetiva, reforçando a segurança feminina e o direito à autodefesa; o PL 3.639/2024, que cria o programa “Vigia Mais”, inspirado no modelo de videomonitoramento de Mato Grosso e voltado ao fortalecimento da segurança pública nos municípios; e o projeto de voto impresso auditável, uma das principais bandeiras do eleitorado conservador.
Além disso, Rosana foi autora do projeto que pede anistia aos manifestantes do 8 de Janeiro, defendendo que o Estado promova justiça equilibrada e humanitária para os envolvidos. As propostas reforçaram seu alinhamento com os valores de liberdade, transparência e democracia pilares do conservadorismo que defende desde o início de sua trajetória política.
Rosana também atuou pela duplicação da BR-163, fundamental para o escoamento da produção agrícola entre Sinop e Miritituba (PA), além de defender pautas ligadas à família, ao agronegócio e à propriedade privada. Mesmo com apenas quatro meses de atuação, ganhou reconhecimento nacional e foi elogiada por colegas de Senado e lideranças do setor produtivo por sua clareza técnica, capacidade de articulação e coerência política.
Dentro do PL, Rosana mantém uma posição de respeito e protagonismo, em contraste com lideranças mais recentes do partido. Enquanto nomes como a vereadora Samantha Íris Brunini, primeira-dama de Cuiabá, estão apenas no início da trajetória política — com menos de um ano de mandato e filiação recente ao PL, Rosana carrega anos de militância, experiência administrativa e profundo conhecimento da estrutura partidária, o que a coloca em outro patamar de representatividade.
Sua caminhada, contudo, não foi isenta de enfrentamentos. É de conhecimento público que Rosana foi a primeira liderança de Mato Grosso a assinar o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, ato que lhe trouxe perseguições e retaliações políticas. Ela chegou a ter contas bancárias bloqueadas e passaporte apreendido, episódios amplamente divulgados pela imprensa. Mesmo sob pressão, não recuou — continuou defendendo abertamente o ex-presidente Jair Bolsonaro, o direito à liberdade de expressão e o fortalecimento das instituições democráticas, postura que consolidou sua imagem como uma das figuras mais firmes e coerentes da direita mato-grossense.
Hoje, Rosana Martinelli representa a força da mulher na política uma liderança que alia sensibilidade e firmeza, técnica e emoção, convicção e coragem. Seu nome é lembrado nas articulações políticas como peça-chave para o fortalecimento do PL e a liderança feminina mais preparada para compor uma chapa majoritária em 2026. Com capacidade administrativa, representatividade regional e fidelidade ideológica, Rosana se mantém como um dos pilares da direita em Mato Grosso, exemplo de mulher que não teme o confronto quando o assunto é defender seus princípios.
Rosana não é apenas uma política é uma voz de resistência e coerência. Uma mulher que enfrentou o sistema, pagou o preço e continuou em pé. Em tempos de incerteza e conveniências, sua trajetória reafirma uma verdade antiga: na política, como na vida, nem sempre vence quem fala mais alto, mas quem permanece firme quando todos se calam.

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Daniel Trindade
Editor-Chefe do Portal de Notícias
Ativista Social|Jornalista MTB 3354 -MT
Consultor Político
Estudante Bacharelado em Sociologia
Defensor da Causa Animal em Sinop -MT
Tutor do Stopa "O Cão Mascote"






