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A FEESP-MT pressiona por negociação e convoca mobilização antes da votação da proposta do Executivo na Assembleia Legislativa, marcada para esta quarta-feira (14).
da Redação
Servidores públicos de Mato Grosso, representados pela Federação Sindical (FEESP-MT), ameaçam iniciar uma greve geral. A paralisação seria uma resposta à falta de negociação por parte do governo de Mauro Mendes (União) sobre o passivo acumulado de 19,52% da Revisão Geral Anual (RGA). A movimentação sindical acontece às vésperas de uma sessão extraordinária na Assembleia Legislativa, marcada para esta quarta-feira (14), onde será votado um projeto de lei do Poder Executivo que prevê um reajuste de 4,26% para a categoria.
Nesta terça-feira (13), a FEESP-MT e sindicatos associados devem apresentar as ações a serem tomadas caso o governo não estabeleça um canal de diálogo para elevar o percentual de RGA proposto.
Carmem Machado, presidente da FEESP-MT, destacou a importância da valorização do funcionalismo. “Estamos lutando pelo que é nosso direito. Precisamos do reconhecimento por parte do governo de que o estado não funciona sem o servidor público e em meio a este superendividamento por parte dos consignados, precisamos desse recurso para equilibrar nossas finanças. Estão na hora do governo abrir a mesa de negociação com as lideranças sindicais”, afirmou. A líder sindical também convocou os servidores para comparecerem à Assembleia Legislativa durante a votação, como forma de pressionar os deputados estaduais.
Paralelamente, o Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sinjusmat) já anunciou um indicativo de greve para o dia 21. A decisão se deve ao veto do governador Mauro Mendes ao aumento de 6,8% para os funcionários do Tribunal de Justiça, uma proposta que havia sido aprovada pela Assembleia Legislativa e teve o veto do Executivo mantido pelo próprio Legislativo.
O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), convocou a sessão extraordinária para a votação da RGA. O líder do governo na Casa, Dilmar Dal Bosco (União), informou ao jornal A Gazeta que a proposta de 4,26% é a inflação do IPCA e que a defenderá na votação. “Eu vejo dificuldade de passar outro índice. Eu considero um valor justo”, disse. Dal Bosco também salientou que a correção de 19,52% pleiteada pelos servidores é “incompatível com a realidade orçamentária”.

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