O deputado aponta que a declaração do presidente não foi apenas uma infelicidade, sendo dirigida a ofender todos os judeus e consequentemente os cristãos, já que Cristo era judeu.
O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) disparou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve a intenção de ofender cristãos e judeus ao comparar as ações militares de Israel contra o grupo terrorista Hamas, na Faixa de Gaza, com a perseguição liderada por Hitler contra a comunidade judaica, no século passado, episódio histórico conhecido como o Holocausto, que matou seis milhões de pessoas por serem judeus, ciganos, homossexuais, testemunhas de Jeová, deficientes físicos e mentais, opositores políticos, etc.
Para o parlamentar, a declaração do petista não foi uma “infelicidade”, mas teve intenção.
“Ele ofende não só a Israel, mas a todos os judeus espalhos por todo o mundo, inclusive aqui em Mato Grosso, onde temos uma comunidade judaica muito extensa, inclusive na Capital. Ele também ofende os cristãos, que creem em Cristo, que era judeu, assim como a mãe dele, o pai e todos os apóstolos. Todo cristão crê que a salvação vem dos judeus”, avalia Cattani.
“Ele realmente ofendeu um país reconhecido pela ONU, com o voto de um brasileiro, que foi Osvaldo Aranha. Não é uma infelicidade para dizer que foi uma fala infeliz, não. Ele fez isso com intenção. Basta ver que no passado, quando ele era presidente, que ele foi para Israel e não foi visitar o monumento do Holocausto, mas sim o amigo dele, Yasser Arafat [Ex-Presidente do Estado da Palestina], que é o criador de toda esssa desgraça no Oriente”.
Cattani é autor de um projeto de lei busca tornar o presidente Lula uma “persona non grata” em Mato Grosso. A matéria foi apresentada na quarta-feira (21), durante sessão da Assembleia Legislativa, mas não prosperou.
“O Lula chamar Israel de genocida é um crime, não pode falar isso”, critica o parlamentar.
A burrada de Lula
No último fim de semana, em viagem à Africa, Lula afirmou que “o que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu: quando o Hitler resolveu matar os judeus”. Até o momento, a guerra entre Israel e o Hamas matou cerca de 30 mil pessoas na Palestina, incluindo civis, mulheres e crianças.
“Eu fico imaginando qual é o tamanho da consciência política dessa gente. E qual é o tamanho do coração solidário dessa gente que não está vendo que, na Faixa de Gaza, não tá acontecendo uma guerra, mas um genocídio. Não é uma guerra entre soldados e soldados. É uma guerra entre um exército altamente preparado e mulheres e crianças”, discursou o esquedista, que após as declarações foi declarado como “persona non grata” pelo governo israelense e criou uma crise diplomática com o país, sem pretensão de pedir desculpas.
Fonte : Assessoria
Daniel Trindade
Editor-Chefe do Portal de Notícias
Ativista Social|Jornalista MTB 3354 -MT
Consultor Político
Estudante Bacharelado em Sociologia
Defensor da Causa Animal em Sinop -MT
Tutor do Stopa "O Cão Mascote"



