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Raffael Amorim de Brito, acusado pela morte do sargento Odenil Alves Pedroso em Cuiabá, foi detido no Complexo do Alemão nesta quinta-feira (08); secretário César Roveri garante que criminosos serão alcançados “onde quer que estejam”.
da Redação
Nesta quinta-feira (08), a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT) confirmou a prisão de Raffael Amorim de Brito, apontado como o assassino do policial militar Odenil Alves Pedroso, morto em 2024, em frente à UPA do Bairro Morada do Ouro, em Cuiabá. A captura, que encerra uma perseguição de quase dois anos, ocorreu no Complexo do Alemão, Rio de Janeiro, e foi seguida por uma declaração incisiva do secretário César Roveri, que prometeu caçar criminosos “onde quer que estejam”.
Roveri enfatizou que as forças de segurança de Mato Grosso não pouparão esforços para localizar e submeter à Justiça qualquer indivíduo que cometa delitos no estado, independentemente de seu esconderijo. “Não importa onde o criminoso se esconda. Nós temos instrumentos legais, dentro da legalidade, para buscar esses criminosos, estejam no Brasil, em favelas ou até fora do país. Eles vão responder na Justiça do nosso Estado”, afirmou o secretário.
A detenção de Raffael Amorim de Brito, que figurava entre os criminosos mais procurados de Mato Grosso, é fruto de um trabalho minucioso de inteligência e da colaboração entre forças de segurança de diferentes estados e, inclusive, de outros países. O monitoramento do suspeito se estendeu por mais de um ano e culminou em uma operação conjunta com a Polícia Militar do Rio de Janeiro.
“O trabalho não parou em nenhum momento. Pode demorar o tempo que for, mas nós não vamos desistir de prender quem comete crime contra policial em Mato Grosso”, garantiu o secretário. Ele exemplificou a eficácia da atuação integrada citando a prisão de envolvidos no assalto a banco em Confresa, localizados em Rondônia, e a captura de criminosos mato-grossenses em Portugal, em 2023, por meio de parceria da Polícia Judiciária Civil com a Interpol.
As investigações apontam que Raffael Amorim de Brito foi abordado ao deixar uma comunidade, acompanhado de outros criminosos, com planos de realizar um assalto a uma residência em Itaboraí, no Rio de Janeiro. A operação foi acompanhada em tempo real por equipes de inteligência de Mato Grosso. “Tínhamos imagens de drone e informações sendo acompanhadas minuto a minuto pelas nossas equipes, até o momento da abordagem feita pela Polícia Militar do Rio de Janeiro”, detalhou Roveri.
O inquérito agora segue sob a responsabilidade da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil de Mato Grosso, que já solicitou o recambiamento do acusado para o estado. “Existe um prazo judicial, e assim que houver autorização, vamos informar a imprensa sobre a transferência e a chegada dele a Mato Grosso”, explicou o secretário.
César Roveri concluiu que o desfecho do caso Raffael Amorim de Brito “reforça a efetividade da atuação conjunta das forças de segurança. A Polícia Militar, a Polícia Civil e a Politec atuaram de forma técnica, produzindo provas e garantindo os elementos necessários para que a Justiça faça o seu trabalho”. A mensagem final do secretário foi categórica: “A mensagem que deixamos é clara: não adianta cometer crime em Mato Grosso e achar que vai ficar impune. Nós vamos buscar, não importa onde esteja”.

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