Reprodução
Defesa alega risco à investigação e cita “ânsia punitiva” provocada pela repercussão pública
Por Redação
A defesa dos cabos da Polícia Militar Anderson de Amaral Rodrigues e Alan Carvalho da Silva, investigados por suposta participação no roubo a uma agência da Cooperativa Sicredi em Brasnorte (588 km de Cuiabá), pediu à Justiça que o processo tramite sob sigilo. O crime ocorreu em 31 de julho e resultou na prisão de 14 suspeitos.
Os policiais respondem por corrupção passiva e prevaricação. Eles são acusados de facilitar a fuga da quadrilha após o assalto. No pedido, a defesa afirma que a publicidade do processo permite acesso indiscriminado de pessoas sem ligação com o caso, o que poderia comprometer a integridade da investigação e a presunção de inocência.
Segundo o documento, informações ainda na fase inicial estariam sendo usadas para alimentar “narrativas externas” e influenciar o ambiente público. A defesa argumenta que a ampla repercussão pode prejudicar uma análise objetiva das provas e defende uma “avaliação fria” para evitar que o processo seja conduzido pela opinião pública e por uma “ânsia punitiva”.
A Corregedoria Geral da Polícia Militar abriu procedimento administrativo para adotar medidas cabíveis. As investigações continuam para esclarecer a possível participação dos militares no caso.

Não perca nenhum detalhe desta e de outras notícias importantes. Siga nosso canal no WhatsApp e acompanhe nosso perfil no Instagram para atualizações em tempo real.
Tem uma denúncia, sugestão de pauta ou informação relevante? Fale com a nossa equipe pelo WhatsApp ou pelo telefone (66) 99237-4496. A sua participação fortalece um jornalismo comprometido com a comunidade.
Redação
Este é o seu portal de notícias da nossa região. No nosso site, você encontra as informações mais relevantes e atualizadas sobre tudo o que acontece por aqui. Nossa missão é manter você informado com conteúdos de qualidade, escritos por colaboradores que conhecem a fundo a realidade local.






