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Ex-jogador da seleção brasileira de vôlei foi assassinado em 2025; crime foi motivado por ciúmes, segundo a Justiça
Da Redação
O empresário Idirley Alves Pacheco foi condenado a 22 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, pelo assassinato do ex-jogador da seleção brasileira de vôlei Everton Fagundes Pereira da Conceição, conhecido como “Boi”. O crime ocorreu em julho de 2025, em Cuiabá.
A decisão foi proferida pelo Tribunal do Júri, que reconheceu o homicídio como qualificado por motivo torpe e pelo uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Além da pena, o réu também foi condenado ao pagamento de indenização equivalente a 60 salários mínimos aos familiares.
Segundo a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso, o crime teve motivação passional. O empresário não aceitava o relacionamento da ex-companheira com Everton, o que teria levado à execução do crime.
As investigações apontam que a vítima foi atraída até o local sob um pretexto. Durante a ação, foi rendida e atingida por disparos de arma de fogo. Idirley já estava preso preventivamente e seguirá detido para cumprimento da pena.
Natural de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, Everton construiu carreira no voleibol e chegou a representar o Brasil nas categorias de base. Ao longo da trajetória, conquistou títulos como o Campeonato Mundial Infantojuvenil e o Sul-Americano Juvenil, além de atuar na Liga Nacional. Em quadra, exercia a função de oposto, posição responsável pelas principais finalizações ofensivas da equipe.
Redação
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