Estado fechou o mês com resultado negativo, enquanto acumulado do ano segue positivo com mais de 22 mil vagas formais
Da Redação
Mato Grosso fechou março de 2026 com saldo negativo de 1.716 empregos com carteira assinada, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
No mês, foram 58.387 admissões e 60.103 desligamentos. Em fevereiro, o estado havia registrado saldo positivo de 4.749 vagas.
Apesar da retração em março, o resultado do primeiro trimestre segue positivo. Entre janeiro e março, Mato Grosso acumulou 22.106 novos postos formais, com 188.939 contratações e 166.833 demissões.
No acumulado do trimestre, o setor de serviços liderou a geração de empregos, com saldo de 9.444 vagas. Na sequência aparecem agropecuária (4.051), construção civil (3.857), indústria (2.739) e comércio (2.015).
Esse desempenho indica que o saldo positivo no período está distribuído entre diferentes segmentos da economia, mesmo com a queda registrada em março.
A agropecuária aparece como o segundo setor que mais gerou empregos no trimestre, reforçando o peso do campo no mercado de trabalho do estado.
Levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) aponta que o número de trabalhadores no setor saltou de cerca de 173 mil em 2006 para uma estimativa de 449 mil em 2026.
No recorte específico de março, os dados por município mostram um comportamento diferente do resultado estadual.
Cuiabá registrou o maior saldo de empregos no mês, com 876 vagas, seguida por Campo Verde (436) e Várzea Grande (345).
Já as maiores quedas em março foram registradas em Diamantino (-447), Juruena (-432) e Sapezal (-314).
Redação
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