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por Daniel Trindade
O ex-secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destacou os primeiros 100 dias de funcionamento do Hospital Central de Alta Complexidade como um marco para a saúde pública de Mato Grosso. A unidade entrou em operação no dia 19 de janeiro de 2026 e já apresenta números que indicam ampliação no acesso a atendimentos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com o balanço, o hospital realizou mais de 2,6 mil consultas em sete especialidades médicas, além de 15,4 mil exames e 290 cirurgias, incluindo procedimentos com tecnologia robótica. Para Gilberto, os dados refletem o impacto direto da estrutura na redução da demanda reprimida e na ampliação da oferta de serviços de alta complexidade no estado.
“O hospital representa um marco para a saúde de Mato Grosso”, afirmou o ex-secretário ao comentar os resultados iniciais da unidade.
Administrado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, o Hospital Central atende exclusivamente pelo SUS e foi inaugurado após mais de três décadas de espera. A estrutura passou por uma ampla reformulação, com a área construída ampliada de 9 mil para 32 mil metros quadrados, voltada ao atendimento de média e alta complexidade.
A unidade conta com 287 leitos, sendo 191 de enfermaria e 96 de cuidados intensivos, incluindo 60 vagas de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O centro cirúrgico possui 10 salas, além de uma sala híbrida com hemodinâmica, permitindo a realização de procedimentos de maior complexidade. O hospital também dispõe de tecnologia robótica para cirurgias minimamente invasivas.
Mais de dois mil profissionais atuam na unidade, entre médicos, enfermeiros, técnicos e especialistas, garantindo atendimento integral e gratuito à população. O modelo de gestão e a estrutura são considerados alinhados aos padrões de grandes hospitais do país.
O Hospital Central integra um conjunto de ações adotadas nos últimos anos para fortalecer a rede pública estadual. Entre elas estão a ampliação de leitos de UTI, a realização de mutirões de cirurgias eletivas e o fortalecimento dos hospitais regionais, com o objetivo de descentralizar o atendimento e reduzir a sobrecarga em grandes centros.
Segundo Gilberto Figueiredo, essas medidas contribuíram para melhorar o acesso da população a serviços especializados e reduzir a necessidade de transferências para outros estados.
Para o ex-secretário, os primeiros 100 dias do Hospital Central representam apenas o início de um processo mais amplo de transformação na saúde pública de Mato Grosso, com foco na ampliação da capacidade de atendimento, modernização da estrutura e melhoria contínua dos serviços oferecidos à população.
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