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Polícia “linha-dura”, captação de capital privado e defesa da vida. Desde a última vitória nas urnas de Lula (PT), em 2022, a esquerda foi obrigada a aderir à defesa de pautas mais alinhadas à realidade do brasileiro. O velho discurso militante passou do prazo de validade, distante do dia a dia do eleitor brasileiro, o que ficou evidente na queda de popularidade do governo petista.
O cenário acendeu o alerta do grupo político de Lula, que buscará a reeleição presidencial para a esquerda nas eleições em 2026. Para responder a questões urgentes como combate ao crime organizado e falta de infraestrutura, o governo federal e as gestões do PT nos estados tiveram que romper com batidos discursos da esquerda.
No Rio de Janeiro e no Ceará, petistas passaram a ser mais incisivos em declarações públicas sobre a necessidade de se combater de maneira ostensiva as facções criminosas, que além do comércio ilegal de drogas passaram a dominar territórios e impor um Estado paralelo nas comunidades dominadas.
Após a operação Contenção no Rio de Janeiro, que levou 113 criminosos do Comando Vermelho à prisão e deixou 121 mortos, o vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá (PT-RJ), lamentou a morte dos quatro policiais nos complexos da Penha e do Alemão, que ele fez questão de denominar como “heróis do Estado brasileiro”.
“Alguns inocentes morreram, mas obviamente a grande maioria foi de gente que portava fuzis, soldados do narcotráfico, que oprimem famílias e matam pessoas. Ninguém enfrenta fuzis com beijinhos”, declarou o vice-presidente petista. Lula e uma ala da esquerda chegaram a ensaiar a repetição do discurso que a operação policial teria sido um suposto “massacre”. No entanto, pesquisas junto à população indicaram que a operação coordenada pelo governo fluminense conduzido por Cláudio Castro (PL-RJ) foi aprovada.
Castro também foi parabenizado pelo governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT-CE), que no final de outubro comemorou uma operação no sertão cearense que terminou com a morte de sete integrantes do Comando Vermelho. “Nenhum policial morto. Nenhum inocente alvejado. A população protegida. Parabéns à nossa Polícia Militar do Ceará”, declarou então o governador.
A letalidade policial também contraria o discurso de vitimismo da esquerda. O estado da Bahia, governado pelo petista Jerônimo Rodrigues, lidera o número de mortes em confrontos no país.
Gazeta do Povo.

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