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Pré-candidato ao Governo do Estado defende modelo por meio de organizações sociais, citando ineficiência da administração direta e buscando eficiência operacional.
DA REDAÇÃO
O vice-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Governo do Estado, Otaviano Pivetta (Republicanos), revelou que o governo estadual planeja terceirizar a gestão de todos os hospitais regionais. A proposta, que visa aprimorar a eficiência do serviço de saúde pública, foi detalhada por Pivetta durante uma entrevista ao programa “Resumo do Dia”, na TV Cuiabá HDTV 11.1.
Pivetta explicou que a estratégia envolve o credenciamento de organizações sociais qualificadas, moldado em exemplos como o do Hospital Albert Einstein no Hospital Central de Cuiabá. “Estamos procurando fazer o credenciamento de organizações sociais gabaritadas, assim como o Albert Einstein aqui no Hospital Central, para todos os hospitais regionais de Mato Grosso porque não queremos ficar com hospitais regionais em administração direta do Estado”, afirmou o vice-governador.
Ele argumentou que a administração direta por parte do Estado é desafiadora, especialmente à distância. “É muito difícil fazer isso à distância. O Estado não é um bom operador. Tudo que é operacional para nós é muito difícil”, declarou. O vice-governador defende que a aquisição de serviços com contratos bem definidos e métricas claras para avaliação e pagamento seria a forma mais eficaz de atender a população. “Comprar serviço com um bom contrato e uma métrica fácil, simples, para medir e pagar, é a melhor maneira do Estado atender o nosso povo”, complementou. Pivetta indicou que contratos já em vigor na área da saúde servem de base para essa visão de terceirização.
A iniciativa de terceirização surge em um contexto de discussões sobre a participação da iniciativa privada na gestão da saúde pública mato-grossense, incluindo recentes protestos relacionados à entrega de novos hospitais à gestão privada e debates sobre a Santa Casa de Misericórdia.
Sobre a situação da Santa Casa de Cuiabá, o vice-governador informou que o governo aguarda o resultado do leilão promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MT). “A Santa Casa foi a leilão, o Tribunal do Trabalho foi na primeira praça não saiu, na segunda não saiu e agora nós estamos articulando para que haja um comprador, que faça uma oferta e se habilite no Estado para vender serviço. Estamos articulando isso”, finalizou Pivetta.

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